quinta-feira, 15 de março de 2018

Você é uma laranja inteira: educar para evitar a dependência emocional

Como evitar a dependência emocional

Nós tendemos a perceber que a dependência é um problema quando a vivemos de perto ou estamos envolvidos, quando a relacionamos com um sofrimento real ou potencial. No entanto, é possível educar para evitar a dependência emocional? Podemos prevenir relacionamentos tóxicos com a educação?
Os seres humanos são dependentes. Nascemos dependentes. No entanto, a dependência emocional é um estado psicológico que é uma ótima fonte de desconforto para aqueles que a vivem. Como seres sociais, precisamos uns dos outros. Buscamos contato, cooperação e troca. Nós nos unimos e construímos. No entanto, isso nem sempre acontece dessa forma: às vezes nos juntamos a alguém e, apesar de entendermos que a relação nos destrói, sentimos a necessidade de mantê-la.

Quem disse que você não é uma laranja inteira?

Mídia, brincadeiras, perguntas desnecessárias, contos populares, tradições, conselhos pouco pensados… Eles não deixam dúvidas: precisamos estabelecer uma relação amorosa para nos sentirmos completos e completas. Será?
Não é um segredo que vivemos em uma sociedade que, mais ou menos conscientemente, fortalece as relações de dependência, desfigurando o significado final de um relacionamento: o de compartilhar e somar, por querer e não por precisar. Infelizmente, só queremos evitar a dependência emocional quando estamos sofrendo ou vendo o sofrimento daqueles que amamos.
Mulher brincando com coração

O papel da educação para evitar a dependência emocional

Os modelos e experiências que temos na primeira infância servem de referência para enfrentar o mundo e os relacionamentos. Uma criança que não aprendeu a ter carinho de uma maneira que é certa para ela e para os que estão ao seu redor provavelmente, quando adulta, se sentirá um pouco perdida neste campo e continuará tentando buscá-lo de maneira imprudente. Do mesmo modo, é provável que crianças que crescem com pais que sabem controlar, gerenciar e falar sobre suas emoções acabem por ser muito mais habilidosas nisso.
Nesse sentido, educar para evitar a dependência emocional é, além de saudável, possível. Querer que as crianças se tornem adultos independentes é uma meta pouco realista se esta independência não for incentivada. Quando nasce um bebê, a dependência é total. No entanto, a autonomia progressiva que será adquirida dependerá da sua educação.

Como educar para evitar a dependência emocional?

O psicanalista John Bowlby formulou a teoria do apego para explicar o vínculo emocional gerado entre o bebê e seus pais. Este autor argumentou que o estilo de apego começa a se formar durante a infância, mas que essa formação continua ao longo da vida. É claro que o tipo de apego que as crianças estabelecem com suas figuras de referência constituirá, de alguma forma, a base do seu desenvolvimento emocional.
Portanto, promover um apego seguro na primeira infância será fundamental para evitar relacionamentos tóxicos gerados pela dependência. Este vínculo afetivo será o lugar onde as crianças aprenderão que explorar o mundo e suas complexidades sozinhas é compatível com o sentimento de amor, confiança e segurança de seus pais.
Mãe deitada na grama com sua filha
Algumas diretrizes para educar crianças resilientes e evitar a dependência emocional:
  • Demonstrar carinho. Expressar o amor pelas crianças com palavras e gestos faz com que elas se sintam amadas. Somente dessa maneira elas poderão explorar sabendo que têm um refúgio para se proteger se precisarem.
  • Expressar emoções. Expressar o que sentimos e por que sentimos permite que as crianças desenvolvam empatia. Além disso, assim elas entendem que as emoções são humanas e que não há problema se sentirmos tristeza ou raiva. Identificar o que elas sentem proporcionará um maior autoconhecimento e favorecerá a modulação dos comportamentos. Longe do que se pensava há décadas, o sucesso das crianças está mais condicionado pela inteligência emocional do que pela capacidade intelectual.
  • Estar disponível. Não ajuda passar muito tempo com as crianças se você não brincar com elas ou prestar atenção às suas necessidades. As crianças precisam saber que seus pais estão lá (mesmo quando não estão) e que são sensíveis às suas necessidades.
  • Promover a autonomia e a tomada de decisões. Encorajar as crianças a tomar suas próprias decisões faz com que elas confiem em seus próprios critérios. Estimular sua curiosidade e resolver conflitos as faz sentir mais capazes e confiantes.
  • Fornecer segurança e confiança. Quando recompensamos seu progresso e as apoiamos em novos projetos, elas desenvolvem uma imagem positiva de si mesmas. Esta é a forma como permitimos que as crianças se sintam competentes. Além disso, quando as acompanhamos nas quedas e lhes damos confiança para tentar de novo, promovemos valores como estabilidade ou perseverança.
  • Cuide-se. Não se descuide por cuidar dos outros. É conveniente encontrar e transmitir esse equilíbrio, mostrando que elas são os primeiras que precisam se preocupar em cobrir suas próprias necessidades. Não é incomum observar pais que rotineiramente renunciam a atividades de lazer ou momentos para si mesmos. Às vezes a culpa surge, como se o lazer fosse incompatível com os bons pais ou mães. É essencial estar ciente disso. Diferentes estudos confirmaram que a dependência emocional dos pais para com seus filhos causa efeitos negativos que são difíceis de reverter.
Pais beijando as bochechas da filha
Portanto, se entendemos que os educadores são o exemplo direto para crianças, a importância de ter bons modelos é evidente. Se procuramos educar crianças que não são dependentes emocionalmente, seria bom começar educando crianças que se conheçam, se amem e se valorizem. Talvez devêssemos conhecer, amar e valorizar mais a nós mesmos. Este pode ser um bom momento para lembrar que somos capazes, não somos metade de nada… porque somos seres completos. Então, a partir daí, podemos ensinar a diferença entre necessidade e amor. Inteiros, seremos mais livres.
" Não é que eu queira estar sozinho. É que ainda não encontrei alguém que queira assumir o compromisso de ser livre ao meu lado”.
– Quetzal Noah –
Por amenteemaravilhosa.com.br

terça-feira, 13 de março de 2018

Pleonasmos viciosos mais comuns da língua portuguesa

Os pleonasmos viciosos mais comuns da língua portuguesa passam despercebidos pela maioria dos falantes.
 Os pleonasmos viciosos acontecem, principalmente, na oralidade 
Embora comuns no dia a dia dos falantes, os vícios de linguagem são considerados erros gramaticais. Esses desvios acontecem quando palavras e expressões fogem às regras da norma culta ou padrão da língua. Entre os vícios mais comuns, está o pleonasmo, que ocorre normalmente na tentativa de nos expressarmos melhor. Mas você sabe o que ele é?
De origem grega, polys – pleon – pleonasein (muito), pleonasmo significa redundância. Esse vício de linguagem acontece quando palavras redundantes são utilizadas sem função, uma vez que o sentido da mensagem já foi alcançado antes com a apresentação de outras palavras.
Conheça os pleonasmos viciosos mais comuns da língua portuguesa:
subir para cima monopólio exclusivo voltar atrás
descer para baixo ganhar grátis preconceito intolerante
sair para fora encarar de frente sintomas indicativos
entrar para dentro multidão de pessoas fato verídico
cego dos olhos amanhecer o dia suicidou a si mesmo
gritar alto criação nova comer com a boca
pessoa humana repetir de novo surdo do ouvido
hemorragia de sangue planejar antecipadamente países do mundo
viúva do falecido isto é um fato real de chapéu na cabeça
acabamento final na minha opinião pessoal elo de ligação
certeza absoluta maluco da cabeça abusar demais
juntamente com goteira no teto detalhes minuciosos
em duas metades iguais infarto do coração comparecer pessoalmente
há anos atrás de sua livre escolha  
outra alternativa anexar junto  

Os pleonasmos viciosos, conhecidos também como perissologia ou tautologia, não são, na maioria das vezes, notados pelos falantes, visto que muitas expressões listadas anteriormente são corriqueiras na oralidade. Entretanto, são formas que devemos evitar, uma vez que são considerados desvios gramaticais.
Por Mariana Pacheco/Brasil Escola-UOL

Bibliotecário: peça-chave para o estímulo e fomento à leitura

O dia 12 de março, no Brasil, é dedicado a homenagear os bibliotecários. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), tem papel essencial na estruturação da profissão no País. Foi dela o primeiro curso de Biblioteconomia no Brasil, criado em 10 de abril de 1915 para suprir a necessidade de qualificação dos servidores que lá trabalhavam. Depois, os cursos foram para as universidades (o da FBN está atualmente associado à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Unirio) e possibilitaram melhor formação dos profissionais da área. Hoje, a internet e novas tecnologias não apenas modificaram a forma de os cidadãos utilizarem as bibliotecas, como também transformaram a maneira de atuar do próprio profissional responsável por elas.
   
Vanessa Cardoso, 28 anos, é jovem, moderna e entusiasta da profissão de bibliotecária. Acredita que a biblioteca pode ser um espaço atraente e de inclusão social (Foto: Arquivo pessoal)
 
"O campo de conhecimento e de trabalho da Biblioteconomia é amplo. Estamos habilitados para atuar na estrutura de ambientes digitais, em repositórios institucionais, centros de cultura, empreendedorismo, análise de dados digitais, projetos sociais de disseminação da cultura e informação, recuperação e disseminação da informação em provedores de buscas e muito mais", explica a bibliotecária Vanessa Florargen Cardoso, da Biblioteca do Colégio Divina Providência, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. 
 
Longe do estereótipo da bibliotecária como "senhora sisuda que exige silêncio dos usuários do espaço", Vanessa, 28 anos, é jovem, moderna e entusiasta da profissão e adora fazer atividades de contação de histórias com leitores. Acredita que a biblioteca pode ser um espaço atraente e de inclusão social.
 
"Apesar de diversas vezes as pessoas desconhecerem nossa profissão e qualificação para atuar em diferentes plataformas, seja digital ou impressa, me sinto atraída pela biblioteconomia e seus diversos desafios e possibilidades de atuação", conta. "Sou uma apaixonada pela biblioteconomia social e escolar, são eixos da minha profissão nos quais realmente me realizo profissionalmente e tenho compromisso, não somente como bibliotecária, mas com a sociedade civil também", afirma Vanessa.
 
Assim como para Vanessa, a profissão é promissora para interessados em atuar em meios digitais e em bibliotecas escolares. Por força de lei, até 2020, todos os colégios, privados ou públicos, devem ter um bibliotecário responsável pela biblioteca.
 
Engajada no papel social que a profissão pode oferecer, Vanessa defende que os bibliotecários possam e devam promover ações de estímulo à leitura de diversas formas. "Tudo depende da filosofia da instituição onde o profissional está atuando e qual suporte terá para executar a sua ação. Entretanto, algumas metodologias são válidas: contações de histórias, oficinas de saberes, estudos de usuários – onde conhecemos as preferências e necessidades de nosso público-alvo e integração das equipes de trabalho para assim estabelecer um quadro de necessidade, objetivo e metodologia", exemplifica.
 
Biblioteca Nacional
 
A Biblioteca Nacional conta com acervo de cerca de 9 milhões de itens, possui laboratórios de restauração e conservação de papel, oficina de encadernação, centro de microfilmagem, fotografia e digitalização (Foto: FBN)
 
Evoluindo juntamente com as necessidades da sociedade, a Fundação Biblioteca Nacional criou, há 12 anos, a BNDigital, uma das maiores bibliotecas digitais do Brasil, com mais de 1,5 milhão de documentos entre arquivos sonoros, atlas, desenhos, fotografias, gravuras, jornais, livros, manuscritos, mapas, partituras, plantas e revistas.
 
A FBN, que completa 208 anos em 2018, iniciou seu acervo com documentos e materiais que vieram da Real Biblioteca de Portugal junto com a família real portuguesa. Sua responsabilidade – como uma instituição das mais antigas do Brasil – é executar a política governamental de captação, guarda, preservação e difusão da produção intelectual do País.
 
Atualmente, a FBN possui 109 bibliotecários, sendo 95 mulheres e 14 homens. "Elo entre o passado e o futuro, o bibliotecário, além de tratar e disponibilizar a informação nas mídias tradicionais, precisa estar constantemente atento à evolução das novas tecnologias de informação e comunicação para poder oferecer ao pesquisador dados atualizados", afirma a presidente da Biblioteca Nacional, Helena Severo.
 
Considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como uma das principais bibliotecas nacionais do mundo, a FBN conta com acervo de cerca de 9 milhões de itens, possui laboratórios de restauração e conservação de papel, oficina de encadernação, centro de microfilmagem, fotografia e digitalização. Promove exposições, palestras, cursos e oficinas em sua sede, além de editais de estímulo à produção e à tradução de autores nacionais por editoras estrangeiras. E, principalmente, assegura o registro e a guarda da produção intelectual nacional, por meio da Lei do depósito legal (10.994, de 2004) ao abrigar exemplares de todas as obras lançadas no Brasil.
 
Origem da data
 
Instituído no Brasil em 1980 pelo Decreto nº 84.631, o Dia do Bibliotecário homenageia o dia de nascimento de Manuel Bastos Tigre, primeiro bibliotecário concursado no Brasil. Bastos Tigre, que exerceu a profissão por cerca de 40 anos, militou em defesa dos direitos autorais e atuou como escritor, poeta, dramaturgo e publicitário. Foi autor do clássico slogan "Se é Bayer é bom" e também fez parcerias musicais com Ary Barroso e Orlando Silva.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

domingo, 11 de março de 2018

Conheça Sabrina, a “nova Einstein”

Na adolescência, Sabrina Pasterski se divertia construindo aviões. Hoje, impressiona o mundo da física com os seus estudos sobre buracos negros.

Conheça Sabrina, a “nova Einstein”
(Cambridge02138/Creative Commons)

Ela não tem Twitter e mal atualiza a sua conta no Facebook. Se você procurar o seu nome no Instagram, irá encontrar uma conta cujo a descrição do perfil é: “Não sou a real Sabrina, pois ela provavelmente está ocupada fazendo alguma coisa incrível”. E é verdade. Sabrina Pasterski tem apenas 24 anos e está prestes a se tornar PhD em Havard estudando um dos assuntos mais desafiadores da física: buracos negros e a natureza da gravidade e do espaço-tempo. A forma como está lidando com o tema fez com que o corpo docente da instituição afirmasse que estão trabalhando com “a nova Einstein”.
Filha de pai americano e mãe cubana, Sabrina nasceu em Chicago onde estudou numa escola para crianças superinteligentes. Em 2013, foi a primeira mulher em duas décadas a formar-se em física no MIT entre os melhores da turma. Stephen Hawking citou o trabalho de Pasterski mais de uma vez em um paper publicado em 2016. Jeff Bezos, fundador da Amazon, vestiu a camiseta de fã da menina e a convidou para trabalhar na Blue Origin, empresa de astronáutica da qual é dono. Onde? Onde ela quisesse, o importante é ter uma mente assim por perto. A NASA não quis ficar para trás e fez uma proposta parecida. Ela recusou ambas, quer focar nos estudos por hora.
Sabrina apareceu para o mundo aos 14 anos, quando bateu na porta do MIT para receber o aval e reconhecimento do avião monomotor que projetou e construiu com as próprias mãos, além de ter feito 300 modificações no design para torná-lo mais seguro do que outros modelos similares.
Ela se tornou a mais jovem projetista da história dos EUA. Como se isso não fosse o bastante para deixar a imprensa insana, pouco depois outro recorde foi quebrado – a de piloto de testes mais jovem. Sim, Sabrina pilotou o próprio avião. Todos os jornais que noticiaram o acontecimento destacaram o fato de que, na época, ela ainda não tinha carteira de motorista.
Da matéria de capa da Forbes ao Ted Talks, todo mundo queria saber um pouco mais sobre a vida da menina prodígio. Se entregar aos holofotes é uma escolha fácil e sedutora, mas não foi o que aconteceu. Depois de um rápido período de exposição, Sabrina deixou de conceder entrevistas. O seu site oficial tem uma justifica no mínimo humilde: “Sou apenas uma universitária. Tenho muito a aprender. Não mereço a atenção”. Não é bem verdade, mas talvez tenha sido melhor assim. A imprensa já tinha chegado naquela irritante fase em que começa a perguntar sobre namorados.
Deixem a moça trabalhar, colegas. Ciência, como Sabrina já aprendeu, não se faz sob holofotes.
Por Felipe Sali/Superinteressante





QUAIS DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO?



Garantir à pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) possibilidades de cuidar de si e interagir socialmente enquanto viver; estabelecer acesso à educação, informação, emprego e assistência em saúde – o que deve incluir atendimento multiprofissional, nutrição e terapêuticas adequadas, assim como medicações, quando necessário. Estes são alguns dos direitos estabelecidos para que haja inclusão e participação desta população na sociedade, seja no cenário social, político ou cultural.
O TEA não deve ser um impeditivo para que haja oportunidades iguais aos demais cidadãos. Eles são parte da população. De acordo com o ex-secretário-geral das Nações Unidas (ONU), o sul-coreano Ban Ki-Moon, “a rejeição das pessoas que apresentam essa condição neurológica “é uma violação dos direitos humanos e um desperdício de potencial humano”. Ainda segundo ele, “embora as pessoas com autismo tenham, naturalmente, uma ampla gama de habilidades e diferentes áreas de interesse, todas elas compartilham a capacidade tornar nosso mundo um lugar melhor” – afirmou durante comemorações de 2016 pelo Dia Mundial da Conscientização do Autismo.
Para formalizar os direitos no Brasil, foi instituída a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo, por meio da  Lei nº 12.764, publicada no final de 2012 e lançada no dia 2 de abril de 2013, mesma data em que é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Com isso, autistas passam a ter os mesmos direitos para efeitos legais que as pessoas com deficiência.
De acordo com o artigo 2º da normativa são diretrizes:
I – a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com Transtorno do Espectro Autista;
 II – a participação da comunidade na formulação de políticas públicas voltadas para as pessoas com Transtorno do Espectro Autista e o controle social da sua implantação, acompanhamento e avaliação;
III – a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes;
Em 2016, durante audiência pública realizada na Comissão de Direitos Humanos, no Senado Federal, em Brasília (DF), líderes de instituições de apoio a pacientes e familiares, psicólogos entre outros agentes ligados ao movimento em prol dos direitos da pessoa com espectro do autismo avaliaram que embora haja a Política Pública, ainda está longe do ideal e de alcançar às necessidades destes cidadãos. Eles indicaram fragilidades como a falta de amparo às famílias de pessoas que têm distúrbios severos. Outro aspecto é a ausência de programas que envolvam adolescentes e adultos. Atualmente, a maior parte das ações é focada nas crianças.
Se você precisa de suporte com alguma questão referente aos direitos da pessoa com TEA, de seus familiares, entre outros aspectos correlacionados, elencamos algumas instituições que podem auxiliar no Brasil:
Por NeuroConecta

sábado, 10 de março de 2018

SAPATO VELHO


Hoje, não colho mais
As flores de maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis.
E talvez eu seja simplesmente
Como um sapato velho
Mais ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Vivemos um tempo em que comemoramos a longevidade ao mesmo tempo em  supervalorizamos a juventude. Mas nada aquece melhor que um sapato velho, que conhece os nossos contornos e percorreu os nossos caminhos. 
Um pouco de música para relaxar...


sexta-feira, 9 de março de 2018

RÁDIO REGISTRANDO ABRILHANTA A SUA GRADE DE PROGRAMAÇÃO COM APARECIDA CUNHA



Olá! Sou Aparecida Cunha e convido você toda segunda às 08h15, para interagir comigo sobre os mais variados temas.
Trataremos sobre estratégias que facilitam a aprendizagem, como enfrentar o bullying, Coaching Educacional, Coaching de Vida, leitura, política e muito mais.
Vamos refletir sobre as questões que permeiam o nosso dia a dia num Mix de ciência e senso comum, por meio de uma abordagem descontraída e ousada.
Conto com sua companhia para pensar a vida, no programa INTERAGINDO COM VOCÊ…
Beijo, beijo e até lá!

Por programaregistrando.com.br