terça-feira, 23 de maio de 2017

Estudante da UFPB lança livro sobre educação financeira para o público infantojuvenil Imprimir

Imprimir
 
Nathalia Immisch, estudante do quarto período do curso de Medicina da UFPB, com 19 anos de idade, acaba de publicar seu primeiro livro: “Achado não é roubado?”, pela editora Oficina das Finanças.

O título foi lançado durante a Semana Nacional de Educação Financeira 2017, que ocorreu entre 8 a 14 de maio, em Brasília (DF). Nesse período, a autora divulgou a obra em sessões de autógrafos e bate-papo em visita a diversas escolas da capital federal. Com os estudantes, Nathalia compartilhou experiências pessoais e falou sobre finanças.

“Achado não é roubado?” é uma obra interativa, preparada para o público infantojuvenil, sobre o uso do dinheiro com responsabilidade, cidadania e empreendedorismo. O livro aborda o tema de forma lúdica e permite ao leitor escolher o desfecho da estória, proporcionado reflexão sobre o poder das decisões individuais.

A jovem escritora partiu do conceito de que crianças e jovens na faixa etária de 6 a 12 anos tendem a absorver novas ideias e conceitos financeiros com facilidade. Foi pensando na melhor forma de ensinar, a esse público, a relevância e o impacto das decisões tomadas ao longo da vida, que surgiu a ideia do livro, contou Nathalia.
Fonte: 
ACS | Rita Ferreira, com informações e fotografia de Maurício Immisch./UFPB

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Prorrogado prazo para aceitação de artigos sobre Cidades Inteligentes

O prazo para submissão de artigos para o IEEE International Summer School on Smart Cities (IEEE S3C), organizado pelo Instituto Metrópole Digital (IMD), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foi prorrogado até o próximo dia 21 de maio. O evento será realizado em Natal, de seis a 11 de agosto.
O IEEE International Summer School on Smart Cities (IEEE S3C) tem como objetivo promover um fórum valioso para troca de conhecimento entre indústria, comunidade científica e prefeituras, em todos os campos de Cidades Inteligentes, a fim de beneficiar estudantes, pesquisadores e profissionais.
A notificação de aceitação dos artigos será feita no dia 15 de junho e da versão final, dia 1º de julho. Para informações mais detalhadas, acesse o site.
Por Portal UFRN

Refugiado constrói 25 casas feitas de garrafas de plástico

 



A soma de necessidade, talento, empatia e conhecimento, aliada a uma história pessoal de superação, fez do engenheiro Tateh Lehbib a perfeita encarnação do que de melhor a inteligência e a engenhosidade humana podem fazer. Tendo sido ele próprio um refugiado Saarauí – povo originário do saara ocidental, região ocupada pelo Marrocos desde a saída da Espanha, em 1976 – Tateh, com apenas 28 anos, desenvolveu, a partir da necessidade de construir um abrigo para sua avó, casas feitas de garrafas plásticas.
Tateh2
Tateh Lehbib diante de uma de suas casas
Cheias de areia e palha, as garrafas servem como tijolos, empilhadas uma sobre as outras, e depois cobertas por cimento e calcário pintado, para resistir ao intenso sol do deserto. Para construir a primeira casa, 6 mil garrafas foram utilizadas. Segundo o engenheiro, as casas custam um quarto do que custaria uma casa normal, e são 20 vezes mais resistentes.
Tateh3
Tateh6
Com 25 casas construídos ou em construção, além de prover teto e paredes para refugiados – a maioria do povo Saarauí vive em abrigos para refugiados no sul da Algéria -, Tateh irá reciclar cerca de 150 mil garrafas, criando assim não só um belo impacto ambiental positivo, como também gerando empregos – e inspirando outros a reproduzir seu modelo em outros locais.
Tateh4
Tateh7
Mesmo das situações mais adversas – ou principalmente delas – podem sair as soluções mais interessantes e positivas para problemas que parecem insolúveis, mas que melhoram com inteligência, educação e um bom coração.
Por Hypeness

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Mapa-múndi ensina a maneira correta de pronunciar idiomas de acordo com a região de cada país

 Foto: A2img / Alexandre Carvalho
Se você já viajou para fora da sua cidade, com certeza deve se lembrar as diferentes maneiras que existem para se falar o português do Brasil. A essas diferenças damos o nome de sotaque. Cada região tem sua forma peculiar de falar, em alguns lugares se puxa o R, como no interior de São Paulo, em outros o S, como no Rio de Janeiro, em algumas áreas se fala bastante rápido, no Ceará, por exemplo, em outras se fala bastante devagar, como na Bahia. Em outros casos, as diferenças estão nas expressões usadas e, por isso, mesmo dentro do nosso próprio país, vez ou outra, fica difícil entender o que as pessoas estão falando. Ainda mais no Brasil, que tem dimensões continentais.
Pensando em facilitar a compreensão dos sotaques, David Ding, ex-engenheiro de softwares da Microsoft, criou o Localingual, um mapa interativo online no qual é possível ouvir trechos de falas de pessoas de diversas regiões do globo. Clique aqui e veja o mapa interativo.
Com ele é possível ouvir não só as diferenças entre o português de um gaúcho e de um paraibano, mas também entre um falante de francês de Paris ou de Québec, no Canadá, por exemplo.
O site mostra um mapa-múndi com todos os países. Conforme se dá um zoom na imagem, as divisões administrativas internas — Estados, no caso do Brasil —, assim como algumas das principais cidades, são destacadas. Ao clicar nelas é possível ouvir o som de vozes locais. Do lado esquerdo da tela, clique no botão “listen to voices from this region” e uma aba com diversas frases se abrirá. Aperte nas carinhas (de homem ou mulher) que aparecem e ouça o som das vozes locais.
O site foi ao ar no início de 2017, e as gravações são enviadas por voluntários. Por isso, mesmo com mais de 18 mil diferentes gravações, ainda há diversos locais com poucos ou nenhum exemplo de falas.
Segundo o criador do Localingual, o objetivo é fazer com que o site, que é mantido à base de doações, se transforme em uma “Wikipédia das línguas e dialetos”, que poderia ser consultada por qualquer interessado em aprender a pronunciar as palavras de acordo com a região do globo.

Por Secretaria de Educação de SP
  • Foto: A2img / Diogo Moreira

Casa da Cultura recebe exposição de pacientes do Ceir A exposição “Histórias que Inspiram” fica na Casa da Cultura de Teresina até sexta-feira (19).


 

 Quem passar pelo Centro da cidade durante esta semana poderá visitar a exposição de quadros pintados por pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), na Casa da Cultura de Teresina, em frente à Praça Saraiva.

São 30 quadros pintados por pessoas com deficiência de todo o Piauí, que compõem a exposição “Histórias que Inspiram”, em comemoração aos nove anos do Centro de Reabilitação.

Uma das obras expostas é uma releitura de Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, feita pelo Felipe Brito durante seu tratamento. “Eu nunca imaginei que um dia o meu trabalho iria chegar onde está hoje”, conta o jovem, de 21 anos, ao visitar pela primeira vez a Casa da Cultura.

De uma inflamação na medula espinhal, o Felipe ficou sem o movimento das pernas aos 12 anos. Na arte, ele descobriu um talento que até então desconhecia. “Passei a ter mais contatos com obras renascentistas, barrocas, surrealistas. Pintei quadros como a Crucificação de São Pedro e de Salvador Dalí”, recorda.

Para Josy Brito, diretora da Casa da Cultura, a arte aproxima as pessoas e transforma. “Todos nós temos um potencial artístico, só precisamos desse movimento de incentivo. Receber esses quadros do Ceir é fortalecer o nosso elo entre a Casa, a sociedade e os artistas”, destaca.

A exposição “Histórias que Inspiram” fica na Casa da Cultura de Teresina até sexta-feira (19). Entre os dias 29 de maio e 2 de junho, um BazArt será realizado no Ceir para a venda de quadros pintados por pacientes, sob valores de R$ 3 a R$ 30, nos horários de 8h às 12h e de 14h às 17h.
Por Cláudia Alves/pi.gov.br

terça-feira, 16 de maio de 2017

Quem foi Homero?

O famoso historiador grego Heródoto passou a considerar Homero como um dos principais formuladores de toda a mitologia grega

maxresdefault
Homero teria sido um poeta grego a quem é atribuída a autoria de duas grandes obras clássicas da Antiguidade: os poemas épicos A Ilíada e A Odisséia. O problema é que até hoje ainda não foi encontrada nenhuma prova concreta de que ele realmente teria existido. “Dados exatos sobre quem era Homero, onde vivia, em que data compôs os dois poemas são questões em aberto. Talvez tenham sido dois os autores e as obras até podem não ter sido compostas na Grécia”, diz a arqueóloga Elaine Veloso Hirata, da USP. As primeiras referências indiretas ao poeta e citações de seus épicos datam de meados do século 7 a.C., por isso, especula-se que, se ele existiu realmente, deve ter vivido por volta dos séculos 8 ou 9 a.C. Essa hipótese é sustentada pela análise do estilo e do conteúdo das obras homéricas.
Em A Odisséia, por exemplo, há menções a comerciantes fenícios e outros detalhes que levam historiadores a sugerir que sua composição tenha ocorrido por volta do século 9 a.C. Por outro lado, passagens de A Ilíada se referem a táticas militares surgidas só em meados do século 8 a.C. Ou seja, o intervalo entre um épico e outro é grande, mas, teoricamente, ainda seria possível que tivessem sido criados por um único autor. Uma coisa, porém, é certa: a disseminação das obras atribuídas a Homero por boa parte do mundo antigo foi conseqüência do crescimento do comércio de livros no século 5 a.C. e da proliferação de bibliotecas por várias regiões a partir do século seguinte.
Foi nessa época que o famoso historiador grego Heródoto passou a considerar Homero como um dos principais formuladores de toda a mitologia grega. Ele se baseava na existência de mais de 30 poemas em homenagem aos deuses, os Hinos Homéricos, também supostamente compostos pelo poeta, mas cuja autoria exata nunca foi possível determinar. Produzidas ou não por Homero, o fato é que esse conjunto de obras realmente ajudou a definir princípios éticos e padrões de comportamento que nortearam a conduta da sociedade grega por muitos séculos.
Naturalidade disputada
Duas cidades se apresentam como terra natal do autor gregoHá séculos a cidade grega de Khíos disputa com a turca Esmirna a glória de ter sido o local onde teria nascido Homero – cuja hipotética imagem aparece no busto ao lado. Por enquanto a parada parece mais favorável para os turcos. É que detalhes geográficos citados nas obras atribuídas ao poeta indicam que seria mais provável ele ter nascido na região chamada de Jônia na Antiguidade. Essa região hoje é parte do litoral oeste da Turquia, exatamente onde fica localizada Esmirna.

Por Redação Mundo Estranho

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Evento discute ações do Maio Amarelo

Nesta sexta-feira (12) acontece no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte uma coletiva de imprensa para detalhar as ações do Maio Amarelo, que este ano tem como tema “Minha escolha faz a diferença no trânsito”, colocando em pauta para a sociedade o tema trânsito e estimulando a participação da população, empresas, governos e entidades para a adesão dessa temática.  
A partir das 9h, representantes da Secretaria de Saúde do município de Natal, Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), SME, STTU, Detran, CPRE, PRF, CBTU, UFRN, ITEP, CMB, SEL e ONG Trânsito Consciente falarão sobre as atividades relacionadas ao Projeto Vida no Trânsito. A discussão contará com a presença da representante do Ministério da Saúde/Projeto Vida no Trânsito, Sueli Nogueira.
A Sesap e os parceiros do Projeto Vida no Trânsito realizam diversas atividades durante todo o mês de maio na capital e também no interior do estado. O Movimento Maio Amarelo é de caráter internacional de mobilização e conscientização para a redução de acidentes e a adoção de um trânsito mais seguro. A cor amarela se associa a mesma cor da advertência no trânsito, o que caracteriza o Maio Amarelo um movimento de Atenção pela Vida.
Durante todo o mês, em Natal, serão realizadas blitz educativas e de fiscalização com foco nos motociclistas, além de ações com pedestres, cursos, palestras e um passeio ciclístico no dia 21 de maio. Em Mossoró, também acontecem blitz educativas e encontros em escolas da cidade com palestras para alunos e professores, além de caminhada e concurso de redação. No dia 26 de maio será implantado o projeto Vida no Trânsito na cidade de Mossoró.
E no encerramento do mês, dia 31, a Sesap realiza em parceria com STTU e Detran palestra de educação no trânsito com os motoristas da própria secretaria, a partir das 8h.
 Por ASCOM/SESAP